<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Portefólio de Português</title>
	<atom:link href="http://portefoliojmp.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://portefoliojmp.wordpress.com</link>
	<description>O portefólio electrónico da disciplina de Português</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Nov 2006 20:59:55 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<language>pt</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<cloud domain='portefoliojmp.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://www.gravatar.com/blavatar/91dd505d92f0e8e6edd74fdebc77c81c?s=96&#038;d=http://s.wordpress.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title>Portefólio de Português</title>
		<link>http://portefoliojmp.wordpress.com</link>
	</image>
			<item>
		<title>A vida de Padre António Vieira</title>
		<link>http://portefoliojmp.wordpress.com/2006/11/13/a-vida-de-padre-antonio-vieira/</link>
		<comments>http://portefoliojmp.wordpress.com/2006/11/13/a-vida-de-padre-antonio-vieira/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2006 20:59:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kobinski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Unidade 1]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://portefoliojmp.wordpress.com/2006/11/13/a-vida-de-padre-antonio-vieira/</guid>
		<description><![CDATA[  O tipo mais completo do pregador do século XVII é o padre Vieira, cuja personalidade se envolve nas intrigas diplomáticas para a defesa do trono de D. João IV ou para a deposição de D. Afonso VI da soberania a bem de seu irmão D. Pedro II. Nasceu em Lisboa em 6 de Fevereiro [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=portefoliojmp.wordpress.com&blog=544333&post=8&subd=portefoliojmp&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>  O tipo mais completo do pregador do século XVII é o padre Vieira, cuja personalidade se envolve nas intrigas diplomáticas para a defesa do trono de D. João IV ou para a deposição de D. Afonso VI da soberania a bem de seu irmão D. Pedro II. Nasceu em Lisboa em 6 de Fevereiro de 1608, acompanhando seus pais Cristóvão de Oliveira Ravasco e D. Maria de Azevedo para o Brasil em 1615; aí na cidade da Baía de Todos os Santos, entra aos oito anos para os estudos menores do Colégio dos Jesuítas. A sua vivacidade, não escapou àqueles pedagogos, entrando aos quinze anos no noviciado da Companhia de Jesus, fazendo passados dois anos votos solenes em 1625.<br />
Maravilhados com a sua loquela, encarregaram-no do ensino da Retórica e pelas subtilezas formalistas confiaram-lhe o curso de teologia dogmática. Em 1641 voltou a Portugal na comissão que vinha declarar a D. João IV, que o Brasil aderira à restauração nacional, acompanhando D. Fernando de Mascarenhas, filho do governador geral. Vieira, já celebrado pelo seu extraordinário Sermão pregado em 1640 pelo triunfo contra os Holandeses, revelou-se em Lisboa um assombroso pregador e, deslumbrando a corte, entrou na intimidade do paço. D. João IV fê-lo seu conselheiro privado, comunicando-lhe a cifra secreta dos seus embaixadores, e confiou-lhe as missões mais reservadas.</p>
<p><span id="more-8"></span></p>
<p>Vamos resumir desta obra magistral de João Francisco Lisboa, Vida do P.  Vieira, as linhas nítidas de tão grande figura, que nos põe a descoberto o plano da Companhia de Jesus na questão da independência de Portugal. Pelo papel histórico do Padre Vieira conclui-se que foi – exclusivamente jesuítica – para quem «toda a pátria é uma terra estrangeira, e toda a terra estrangeira uma pátria». Trabalhou para os interesses da Companhia,  à  qual, depois de estabelecida a paz entre a França e a Espanha, interrompida desde o século XVI, não convinha que este pequeno território de Portugal continuasse autónomo entre estas duas potências. Enquanto a Companhia de Jesus teve de lutar com Filipe II, que votava as suas simpatias à Inquisição e aos Dominicanos, convinha-lhe a ela a autonomia de Portugal como ponto de apoio da sua resistência; porém, desde que Companhia facultando-lhe o desenvolver-se por toda a Espanha, entendeu logo a Companhia abandonar Portugal ao seu isolamento, certa de que nada perdia da sua influência na península ibérica sob a unificação do governo da Casa de Áustria.<br />
Quando pela política francesa de Sully e de Richelieu, que tendia ao enfraquecimento da  Casa de Áustria, se reconheceu que a independência de Portugal era um dos meios mais seguros para realizar esse golpe, ficaram assegurados os resultados da revolução de Portugal depois da missão secreta do cônsul Mr. Saint-Pé, que aqui viera garantir um contingente militar e uma esquadra no caso de malogro da revolução nacional. Foi com este apoio e para a cooperação da política francesa que se fez a Revolução de 1640. Parecia natural que ficássemos como nação livre cultivando a aliança francesa e fortificando-nos com ela. Deu-se, no entanto, a paz entre a França e a Espanha; os jesuítas, que durante o século XVI não conseguiram estabelecer-se estavelmente em França, eram no século XVII os omnipotentes directores espirituais e temporais do Rei cristianíssimo. Portugal, que fora o quartel-general da Companhia, o campo neutro das suas operações quando estavam em hostilidade a França e Espanha, agora, que estavam conciliadas as duas nações, Portugal tornava-se um estorvo para a Companhia por causa da sua impertinente autonomia. Tal é a situação, o quadro diplomático em que nos aparece a intervenção ou acção histórica do Padre Vieira.</p>
<p>Quando chegou ao Brasil a notícia da Revolução portuguesa, e que a nação redimida delegara a soberania na pessoa do Duque de Bragança pelas cortes de 1641, o vice-rei da Baía, que fora nomeado pelo governo de Castela, reconheceu a independência de Portugal e mandou seu filho D. Fernando de Mascarenhas à Europa oferecer a sua homenagem ao monarca proclamado pela nação. O Padre António Vieira acompanhou o filho do vice-rei como seu hábil mentor, e nesse mesmo ano de 1641 já o jesuíta se achava junto de D. João IV propondo-lhe gigantes planos de Companhias de Comércio para a índia e Brasil à imitação das Holandesas. Por subtis sugestões assim se apoderou do ânimo de D. João IV, tendo entrada franca no paço e nas secretarias de Estado, assistindo às conferências dos ministros, possuindo a cifra dos embaixadores, e emitindo o seu parecer antes das resoluções dos tribunais. Em suma, o tíbio D. João IV, diante de tão absorvente actividade e da omnipotência dialéctica do Padre Vieira, só lhe pedia uma coisa – que não empregasse lábia! É textual. O Padre Vieira tratou de convencer D. João IV, que lhe seria impossível resistir à Espanha se esta potência se ligasse à Holanda; e que para evitar este perigo, mais seguro era, para estabilidade do seu trono e dinastia, abandonar Pernambuco e a Baía aos Holandeses, dando-se desde logo em penhor uma fortaleza no reino, fazendo a paz com eles, ficando assim a luta com a Espanha reduzida a uma guerra defensiva.<br />
Felizmente, o Desembargo do Paço foi de opinião, que realizando-se este plano do jesuíta, sobre o qual o rei o mandara consultar, seria nem mais nem menos a perda do Brasil, e o reino de Portugal reduzir-se-ia a um território isolado, à situação de uma pequena Galiza, de incorporação fácil e inevitável. Para a Companhia de Jesus, que o Brasil fosse dos Portugueses ou dos Holandeses era isso indiferente para o vasto empório mercantil que estava ali fundando. D. João IV não pôde realizar os planos do Padre Vieira, porque por um tratado secreto reconhecera  à Holanda o direito das conquistas feitas no Brasil; porque achando-se o Brasil abandonado pelo governo de Portugal às guerras dos Holandeses, as colónias portuguesas, pela sua própria energia e sob o comando dos sublimes patriotas João Fernandes Vieira e André Vidal de Negreiros, sacudiram o jugo estrangeiro, e depois de libertarem o seu território, ofereceram-se espontaneamente à obediência da metrópole, que as abandonara! O Padre Vieira mudou prontamente de política; não pôde efectuar-se a oferta de Pernambuco aos Holandeses como preço da paz, e em vez disso tratou de engenhar  vários planos de casamentos principescos para assegurar a estabilidade do trono a D. João IV à custa do holocausto da nacionalidade portuguesa ou à França ou à Espanha.<br />
Com uma missão secreta em 1643, partiu o Padre António Vieira para Paris encarregado de tratar do casamento do príncipe D. Teodósio com a filha do Duque de Longueville, vindo Condé governar Portugal corno uma espécie de Protector, e D. João IV iria ser rei do Brasil, aproveitando o acendrado patriotismo das Colónias portuguesas, que se tinham libertado dos Holandeses. Este plano, achado em um manuscrito do Arquivo da Casa do Marquês de Nisa, não chegou a realizar-se pela circunstância fortuita de a Duquesa de Longueville aparecer casada clandestinamente com Lauzan.<br />
Sempre fértil em expedientes e com lábia, o Padre Vieira arquitectou outro plano de casamento do príncipe D. Teodósio com a filha mais velha do Duque de Orleães, Mademoiselle de Montpensier. O pai da noiva vinha tomar conta do governo de<br />
Portugal. O Duque de Orleães, vendo os negócios de Portugal mal parados, não aceitou a proposta, alegando que tinha certos compromissos com o Pretendente de Inglaterra. Mais ainda em 1647 lhe foi proposto que ficaria o príncipe rei do Algarve, casando a infanta D. Catarina com o Duque de Beaufort. Por via do casamento desta infanta é que se entregou Bombaim à Inglaterra, que, apoderando-se logo dessa parte do império da  Índia, nunca mais deixou o leilão desta nacionalidade como fiel aliada.<br />
O biógrafo jesuíta André de Barros, conta como o Padre Vieira se achou em Roma em 1649, combinando com o jesuíta Gonzalez de Mendoza o arranjarem o casamento do Príncipe D. Teodósio com a irmã de Carlos II de Espanha, unificando-se assim as duas nações. O embaixador espanhol Duque do Infantado enfureceu-se quando o jesuíta seu adjunto lhe comunicou este plano, e ameaçou o Padre António Vieira de mandar assassiná-lo, alardeando que o seu rei Carlos II não tratava com um rebelde e que lhe<br />
pertencia Portugal sem recorrer à indignidade de um tal casamento. Vivendo e respirando na atmosfera da intriga política, o Padre Vieira, que andava munido de plenos poderes para tratar destes casamentos reais, e como o de D. Teodósio falhara, arquitectou uma empresa: volveu-se para um projecto de casamento da infanta D. Catarina com D. João de Áustria; e por acordo com a Espanha, D. João IV passaria para o Brasil com o título de Rei. Mas o rei de Espanha não chegou ao preço; não queria dar tanto pelo reino de Portugal, e limitava-se, segundo Mr. Vicoquefort, a consentir que D. João IV ficasse Rei do Arquipélago dos Açores, ou, por último alvitre, sim plesmente rei da Sicília. Falharam todas estas intrigas em que o Padre Vieira se pôs tanto em evidência, deixando quase que a descoberto o jogo diplomático da Companhia de Jesus. Por este motivo foi mandado recolher ao Maranhão em 1650. Já no Maranhão recebeu a notícia do falecimento do Príncipe D. Teodósio em 1553, com dezanove anos de idade. A morte em seguida de D. João IV não embaraçou Vieira na elaboração dos seus antigos planos.  Segundo instruções secretas de D. João IV à rainha D. Luísa de Gusmão, quando ela não pudesse sustentar a guerra defensiva contra a Espanha, devia abandonar Portugal ao invasor e fugir para o Brasil com a família real e ali fixar o trono e a Dinastia de Bragança. Em 1660, vendo D. Luísa de Gusmão que, pelo tratado dos Pirenéus entre a França e a Espanha, Portugal se achava sem apoio para a sua resistência, por conselho dos Condes de Cantanhede e de Soure, mandou ao governador de Pernambuco, Francisco de Brito Freire, que preparasse abrigo para a chegada da família real. O Padre António Vieira estava então mal visto na corte, mas é certo que esteve a pique o realizar-se o plano que tanto o preocupava.<br />
Nas lutas tormentosas do reinado de D. Afonso VI, sob o governo do Conde de Castelo Melhor, os jesuítas foram separados da influência que sempre tinham exercido na corte. Para reaverem o ascendente perdido, trataram de demolir D. Afonso VI, e conseguiram tirar-lhe o trono e a mulher, dando-os a seu irmão D. Pedro II. Nestas intrigas preparatórias, o pretendente quase fratricida, patrocinado pela Companhia de Jesus, era denominado o Encoberto, e é a D. Pedro II que se referem as Profecias sebastianistas que os jesuítas fabricavam em nome do sapateiro Bandarra.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/portefoliojmp.wordpress.com/8/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/portefoliojmp.wordpress.com/8/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/portefoliojmp.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/portefoliojmp.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/portefoliojmp.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/portefoliojmp.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/portefoliojmp.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/portefoliojmp.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/portefoliojmp.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/portefoliojmp.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/portefoliojmp.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/portefoliojmp.wordpress.com/8/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=portefoliojmp.wordpress.com&blog=544333&post=8&subd=portefoliojmp&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://portefoliojmp.wordpress.com/2006/11/13/a-vida-de-padre-antonio-vieira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/2c493f0ff28c38e18dbb3b689cc51069?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">kobinski</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Nota Biográfica de Pde. António Vieira</title>
		<link>http://portefoliojmp.wordpress.com/2006/11/13/nota-biografica-de-pde-antonio-vieira/</link>
		<comments>http://portefoliojmp.wordpress.com/2006/11/13/nota-biografica-de-pde-antonio-vieira/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2006 15:04:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kobinski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Padre António Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Unidade 1]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://portefoliojmp.wordpress.com/2006/11/13/nota-biografica-de-pde-antonio-vieira/</guid>
		<description><![CDATA[&#160;

Cronologia Biográfica de Padre António Vieira.
         1608 – Nasce em Lisboa, na freguesia da Sé. Filho de Cristóvão Vieira Ravasco (escrivão oficial) e de Maria de Azevedo.
         1614 – Parte com os pais para o Brasil (Baia).
         1623 – Entra na Companhia de Jesus.
         1625 – Faz votos de noviço.
         1626 – Escreve o relatório [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=portefoliojmp.wordpress.com&blog=544333&post=7&subd=portefoliojmp&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.triplov.com/letras/historia_do_futuro/antonio_vieira.jpg" height="178" width="126" /></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Cronologia Biográfica de Padre António Vieira.</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1608 – Nasce em Lisboa, na freguesia da Sé. Filho de Cristóvão Vieira Ravasco (escrivão oficial) e de Maria de Azevedo.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1614 – Parte com os pais para o Brasil (Baia).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1623 – Entra na Companhia de Jesus.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1625 – Faz votos de noviço.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1626 – Escreve o relatório anual da Companhia.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1627 – Ensina retórica em Olinda.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1634 – É ordenado padre e celebra a sua primeira missa.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1638 – É nomeado professor de teologia no Colégio da Companhia de Jesus, na Baía.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1640 – Prega o “Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal”</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1641 – Embarca para Lisboa para reafirmar o apoio do Brasil à coroa portuguesa. Entretanto torna-se conselheiro de D, João IV e prega na igreja de S. Roque, atraindo público cada vez mais numeroso, ao fazer do púlpito uma tribuna.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1646 – Inicia a carreira de diplomata, desempenhando missões em Haia (cidade da Holanda), Paris, Londres e Roma.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1649 – É criada, por sugestão sua, a Companhia das Índias Ocidentais para defesa das mercadorias dos ataques dos corsários holandeses.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1652 – Regressa ao Maranhão com o objectivo de missionar e defender os índios.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1654 – Uns dias antes de embarcar clandestinamente para Lisboa, profere o “Sermão de Sto. António aos peixes”.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1659 – Escreve uma carta ao bispo do Japão, onde expõe a teoria do V império.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1661 – Volta a embarcar para Lisboa</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1667 – É condenado a internamento e proibido de pregar pelo tribunal da inquisição.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1669 – Desiludido com D. Pedro III, parte para Roma, onde alcança grande fama.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1675 – Volta para Lisboa por ordem do rei (português), mas permanece afastado da política.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1679 – Inicio da edição completa dos 15 volumes dos Sermões.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1681 – Retira-se definitivamente para o Brasil.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1682 – Primeira edição do “Sermão de Sto António”.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;"></span><span></span><span>         </span><!--[endif]-->1687 – Morre na Baía, com 89 anos.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/portefoliojmp.wordpress.com/7/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/portefoliojmp.wordpress.com/7/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/portefoliojmp.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/portefoliojmp.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/portefoliojmp.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/portefoliojmp.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/portefoliojmp.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/portefoliojmp.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/portefoliojmp.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/portefoliojmp.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/portefoliojmp.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/portefoliojmp.wordpress.com/7/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=portefoliojmp.wordpress.com&blog=544333&post=7&subd=portefoliojmp&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://portefoliojmp.wordpress.com/2006/11/13/nota-biografica-de-pde-antonio-vieira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/2c493f0ff28c38e18dbb3b689cc51069?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">kobinski</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.triplov.com/letras/historia_do_futuro/antonio_vieira.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>A neologia</title>
		<link>http://portefoliojmp.wordpress.com/2006/11/13/a-neologia/</link>
		<comments>http://portefoliojmp.wordpress.com/2006/11/13/a-neologia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2006 14:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kobinski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Unidade 1]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://portefoliojmp.wordpress.com/2006/11/13/a-neologia/</guid>
		<description><![CDATA[A neologia resulta da necessidades linguísticas do domínio social cultural, cientifico e técnico para designar novas realidades e que conduzem, por isso, à criação, adaptação ou recuperação de algumas palavras e expressões já existentes ou não na língua.
A neologia pode dar-se ao nível da forma e do sentido:
&#160;
a) Neologia formal – surge por meio de:
1. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=portefoliojmp.wordpress.com&blog=544333&post=6&subd=portefoliojmp&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal">A neologia resulta da necessidades linguísticas do domínio social cultural, cientifico e técnico para designar novas realidades e que conduzem, por isso, à criação, adaptação ou recuperação de algumas palavras e expressões já existentes ou não na língua.</p>
<p class="MsoNormal">A neologia pode dar-se ao nível da forma e do sentido:</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">a) Neologia formal – surge por meio de:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:71.4pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span></span><span>1.</span><span>      </span><!--[endif]-->Derivação</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:71.4pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span></span><span>2.</span><span>      </span><!--[endif]-->Composição</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:71.4pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span></span><span>3.</span><span>      </span><!--[endif]-->Amálgama</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:71.4pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span></span><span>4.</span><span>      </span><!--[endif]-->Siglação</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:71.4pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span></span><span>5.</span><span>      </span><!--[endif]-->Abreviação (ex. foto, metro)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:71.4pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span></span><span>6.</span><span>      </span><!--[endif]-->Redução (ex. store)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:71.4pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span></span><span>7.</span><span>      </span><!--[endif]-->Estrangeirismo</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:71.4pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span></span><span>8.</span><span>      </span><!--[endif]-->Aportuguesamento</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:71.4pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span></span><span>9.</span><span>      </span><!--[endif]-->Acronímia</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:71.4pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span></span><span>10.</span><span> </span><!--[endif]-->Onomatopeia</p>
<p class="MsoNormal">b) Neologia semântica – surge por meio de:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:71.4pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span></span><span>1.</span><span>      </span><!--[endif]-->Derivação ou extensão semântica</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:71.4pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span></span><span>2.</span><span>      </span><!--[endif]-->Emprego figurado por metáfora (ex. «<em>navegar na Internet</em>»)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:71.4pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span></span><span>3.</span><span>      </span><!--[endif]-->Antonomásia – figura de estilo que consiste na atribuição de um nome próprio por um epíteto (alcunha) ou por uma qualidade que define um ser</p>
<table cellpadding="0" cellspacing="0">
<tr></tr>
</table>
<p class="Nota">Nota:</p>
<p class="MsoNormal">O <strong>empréstimo</strong> pode ser interno ou externo.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Interno</strong> – corresponde ao processo de derivação semântica.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/portefoliojmp.wordpress.com/6/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/portefoliojmp.wordpress.com/6/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/portefoliojmp.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/portefoliojmp.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/portefoliojmp.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/portefoliojmp.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/portefoliojmp.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/portefoliojmp.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/portefoliojmp.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/portefoliojmp.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/portefoliojmp.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/portefoliojmp.wordpress.com/6/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=portefoliojmp.wordpress.com&blog=544333&post=6&subd=portefoliojmp&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://portefoliojmp.wordpress.com/2006/11/13/a-neologia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/2c493f0ff28c38e18dbb3b689cc51069?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">kobinski</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Início do portefólio</title>
		<link>http://portefoliojmp.wordpress.com/2006/11/13/inicio-do-portefolio/</link>
		<comments>http://portefoliojmp.wordpress.com/2006/11/13/inicio-do-portefolio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2006 14:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kobinski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Unidade 1]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://portefoliojmp.wordpress.com/2006/11/13/inicio-do-portefolio/</guid>
		<description><![CDATA[Começará aqui o início do portefólio para a disciplina de Português, do aluno número 6 da turma 7 do 11º ano &#8211; Curso Tecnológico de Informática, ESPAV.
Este projecto irá, tal como acordado durante a aula, substituir o tradicional portefólio que realizamos para a disciplina.
Irei, sempre que possível, adicionar informações relevantes e disponíveis ao portefólio de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=portefoliojmp.wordpress.com&blog=544333&post=4&subd=portefoliojmp&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Começará aqui o início do portefólio para a disciplina de Português, do aluno número 6 da turma 7 do 11º ano &#8211; Curso Tecnológico de Informática, ESPAV.</p>
<p>Este projecto irá, tal como acordado durante a aula, substituir o tradicional portefólio que realizamos para a disciplina.</p>
<p>Irei, sempre que possível, adicionar informações relevantes e disponíveis ao portefólio de modo a que este fique mais completo.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/portefoliojmp.wordpress.com/4/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/portefoliojmp.wordpress.com/4/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/portefoliojmp.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/portefoliojmp.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/portefoliojmp.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/portefoliojmp.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/portefoliojmp.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/portefoliojmp.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/portefoliojmp.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/portefoliojmp.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/portefoliojmp.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/portefoliojmp.wordpress.com/4/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=portefoliojmp.wordpress.com&blog=544333&post=4&subd=portefoliojmp&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://portefoliojmp.wordpress.com/2006/11/13/inicio-do-portefolio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/2c493f0ff28c38e18dbb3b689cc51069?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">kobinski</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>